Sabotage: o maestro do Canão

Na semana em que se completam 18 anos que o Brasil perdia um dos maiores nomes da música nacional, relembro do Sabotage, o ícone do rap, para mim o melhor no conjunto da obra, um nato narrador da nossa realidade periférica, que foi assassinado no dia 24 de janeiro de 2003.
Seu legado, entretanto, ainda hoje ecoa na memória de qualquer fã do rap e fã da cultura popular brasileira. Clássicos como “Respeito É Pra Quem Tem”, “Rap é Compromisso”, “Mun Rá”, “Cigarro Mata”, “Enxame” e “Um Bom Lugar”, a minha preferida, ficarão eternamente gravados para quem curtiu o bom hip-hop dos anos 90.
Ainda hoje, Sabotage acumula mais de 114 milhões de visualizações no Youtube e mais de 750 mil ouvintes mensais no Spotify, é sucesso absoluto. Ano após ano, a prefeitura de São Paulo premia os rappers mais promissores da cidade com um prêmio que carrega seu nome. Um homenagem singela assim como esta, mas que mantém viva a memória do grande Sabotage, o Maestro da Favela do Canão.


 

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