25 anos sem Mamonas Assassinas

Em 2 de março de 1996, o Brasil acordava com a triste notícia da morte de todos os integrantes do Mamonas Assassinas em um acidente aéreo. A banda estava voltando de um show e bateu na Serra da Cantareira. Todos a bordo morreram. A tragédia encerrava a curta e meteórica carreira do grupo, que era formado por Dinho (vocal), Samuel Reoli (baixo), Júlio Rasec (teclado), Sérgio Reoli (bateria) e Bento Hinoto (guitarra). A banda conquistou o País, vendendo mais de dois milhões de cópias de seu CD e marcou a nossa geração.

Na primeira amostra de seu trabalho que o grupo enviou a gravadora constavam três músicas: Jumento Celestino, Pelados em Santos e Robocop Gay. O diretor artístico da gravadora EMI à época, João Augusto, começou a ouvi-la, mas não gostou do som e deixou-a de lado. Dias depois, seu filho de 16 anos não tirava a fita do aparelho de som, e as músicas faziam sucesso entre seus colegas. Ali surgia uma nova chance para os Mamonas. Na verdade uma chance para todos nós desfrutarmos dessa banda!

De acordo com o livro "Os 10 Mais", escrito por Luiz André Alzer e Mariana Claudino em 2008, o álbum dos Mamonas Assassinas constava na época como um dos dez mais vendidos da história no Brasil, na 9ª posição, com quase 2,5 milhões de cópias.

Inesquecíveis, deixaram saudades. Mamonas Assassinas vieram na época certa para entrar na história, nunca mais veremos nada igual. Se aparecessem nesse mimimi da atualidade iriam ser acusados de serem machistas, racistas, fascistas, taxistas, maquinista, etc, e seriam presos no primeiro show. O mundo ficou chato, grato por ter vivido essa época, a época marcada pela meteórica passagem dos Mamonas.

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